Zé, Brindeiro Gurgel: acharam o áudio do grampo ?
A revista Época e o Blog do Nassif dão a entender que o áudio do grampo que o Luiz Fernando Correa não conseguiu achar - apesar de infatigável busca - foi, enfim, descoberto.
Teria sido mais uma das múltiplas atividades criminosas do Cachoeira.
E usado, certamente de forma Republicana e Involuntária, para abafar o caso da Satiagraha, defenestrar Protógenes Queiroz e Paulo Lacerda, dar alforria a Daniel Dantas, e sepultar a Privataria Tucana.
(Lamentavelmente, um jornalista extra-PiG (*) escreveu o Privataria I e escreve, no momento, o Privataria II, que se concentrará na meteórica trajetória empresarial da filha do Padim Pade Cerra, cuja biografia, segundo Mino Carta nesta última Carta, ficou irremediavelmente maculada.)
O grampo sem áudio fez e desfez na infante República.
O áudio do grampo, segundo a Época e o Nassif, pode fazer e refazer reputações de forma mais profunda ainda.
Se for o que realmente parece, o Brasil terá assistido a uma das mais sinistras formas de farsa.
E a um Golpe político: o Presidente da República foi chamado "às falas".
Para que se conheçam os planos do Cachoeira e a finalidade política do grampo sem áudio seria imprescindível que o Zé - clique aqui para ler por que os amigos do Dantas tratam ele, com carinho, de Zé -, Ministro da Justiça, e o brindeiro Gurgel, Procurador Geral da República desempenhassem sua Republicana função.
Quando saiu o Privataria I, os dois não se mexeram.
E agora ?
Viva o Brasil !
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.